Diagnosticar
Ler conta, empresa, app, repo e submissão antes de mexer.
O método aplicado pela ORANJ em julho de 2026 para preparar Tech Provider, App Review e Coexistence — com o Codex coordenando as ferramentas autorizadas e um humano assumindo cada decisão material.
Regra central
O Codex conduz as etapas permitidas pelas ferramentas conectadas e para nos gates humanos definidos.
Aprovado na 1ª submissão
Ferramentas conectadas + gates
1 mestre (9 fases) + 8 módulos
Grátis · sem cadastro
Material independente: produzido pela ORANJ a partir de uma implementação real. Não é documentação oficial, não é afiliado, patrocinado ou endossado pela Meta ou pela OpenAI e não garante aprovação. Valide sempre a documentação e o formulário vigentes. Conteúdo técnico revisado em 16 de agosto de 2026.
O diferencial não foi um prompt mágico. Foi separar com precisão o que um agente pode operar do que precisa continuar humano.
Ler conta, empresa, app, repo e submissão antes de mexer.
Transformar cada alegação em tela, endpoint e resultado real.
Coordenar somente browser, código, testes e captura disponíveis e autorizados.
Entregar ao humano exatamente a ação que exige responsabilidade.
Inspeção, testes, rascunhos e evidências dentro do acesso autorizado.
Conta, consentimento, ativos, produção, documentos, declarações e Submit.
O Codex coordena recursos conectados. Browser, captura e sessão autenticada não são garantidos em todo ambiente.
Uma aprovação não libera automaticamente a etapa seguinte. Cada estado exige sua própria evidência.
| Estado | O que comprova | O que não comprova |
|---|---|---|
| Business Verification | A identidade jurídica da organização. | Permissões avançadas do aplicativo. |
| Access Verification / Tech Provider | A elegibilidade da organização como provedora de tecnologia. | A aprovação individual de cada permissão do app. |
| App Review / Advanced Access | Permissões e casos de uso específicos do aplicativo. | Que um número de WhatsApp já foi conectado. |
| Embedded Signup / Coexistence | A integração de empresa, WABA e número elegíveis naquele fluxo. | Que outros ativos funcionarão ou que a mensageria está operacional. |
Número conectado também não prova webhook, envio, recebimento ou status operacionais.
Este foi o setup do case da ORANJ, não um requisito universal. A execução ainda depende das ferramentas disponíveis, das permissões do ambiente e dos gates humanos.
Em julho de 2026, a ORANJ usou 5.6 Sol com esforço Extra High e velocidade Standard. Para novos casos, use o modelo agente/coding atual disponível e comece com esforço adequado ao risco; aumente apenas quando auditoria ou testes mostrarem ganho.

No case, Approve for me permitiu avançar em ações aprovadas pelo ambiente e solicitar confirmação nos pontos detectados como sensíveis. Os gates deste guia continuam obrigatórios. Full access não foi usado.

5.6 Sol
Extra High
Standard
Approve for me
Configuração histórica usada pela ORANJ. Nomes, opções, disponibilidade e comportamento podem variar conforme a versão do Codex, a conta e as ferramentas instaladas.
Escolha de esforçoFaça apenas um teste read-only do navegador. Confirme a URL atual, o título da página, a conta Meta visível e quais controles você consegue inspecionar. Não clique, não preencha e não altere nada. Se o navegador não estiver conectado, pare e me diga exatamente qual ferramenta ou permissão falta.Conecte ou habilite a ferramenta disponível na sua instalação. Resolva seleção de aba, leitura da tela e navegação antes de iniciar o prompt mestre.
Nada precisa ser preenchido. Valores vazios ou DESCOBRIR são localizados automaticamente no navegador, workspace e fontes oficiais antes de qualquer pergunta.
Valores informados são overrides que o Codex ainda valida. Eles ficam somente no localStorage deste navegador; nunca inclua segredos ou documentos.
Nada precisa ser preenchido: copie somente o Prompt 00. O Codex descobre os dados, executa o trabalho verificável e gera todo o pacote de artefatos.
Você é o operador técnico responsável por levar o app Meta/WhatsApp deste ambiente até a máxima prontidão verificável para App Review, Tech Provider, Embedded Signup e Coexistence aplicáveis.
NÃO ME PEÇA UMA FICHA DE CONFIGURAÇÃO.
Descubra automaticamente empresa, razão social, país, e-mail corporativo, domínio, workspace, produto, App ID, Business ID, Configuration ID, versão da Graph API, WABA IDs, Phone Number IDs e rota do revisor. Valores abaixo são overrides opcionais: trate-os como pistas e valide cada um na fonte de verdade.
- Empresa: DESCOBRIR AUTOMATICAMENTE
- Razão social: DESCOBRIR AUTOMATICAMENTE
- País: DESCOBRIR AUTOMATICAMENTE
- Produto/app: DESCOBRIR AUTOMATICAMENTE
- E-mail corporativo: DESCOBRIR AUTOMATICAMENTE
- Domínio: DESCOBRIR AUTOMATICAMENTE
- Workspace: DESCOBRIR AUTOMATICAMENTE
- App ID: DESCOBRIR AUTOMATICAMENTE
- Business ID: DESCOBRIR AUTOMATICAMENTE
- Configuration ID: DESCOBRIR AUTOMATICAMENTE
- Graph API: DESCOBRIR AUTOMATICAMENTE
- Rota do revisor: DESCOBRIR AUTOMATICAMENTE
Vazio, DESCOBRIR ou DESCOBRIR AUTOMATICAMENTE é uma ordem de descoberta, não uma pergunta ao humano. Se houver mais de uma opção plausível com impacto externo, mostre somente as opções comprovadas e peça uma escolha objetiva. Se não houver ambiguidade, escolha a alternativa segura, reversível e verificável e continue.
CONTRATO DE EXECUÇÃO
Você não foi contratado para explicar o processo: execute-o até restar somente um gate humano real.
1. Não peça nenhum dado que possa ser descoberto com as ferramentas autorizadas.
2. Não peça que o humano escolha ferramenta, comando, formato ou caminho quando houver uma opção segura, reversível e verificável.
3. Inspecione primeiro; escolha a alternativa de menor risco; execute; valide; registre a evidência; continue.
4. Não encerre uma etapa com plano, tutorial ou lista de próximos passos enquanto existir uma ação interna segura que você possa executar.
5. Não diga “pronto” com base em texto, toast, mock, fixture ou arquivo vazio. Exija prova observável em interface, banco, API, log ou artefato reaberto.
6. Se faltar tela ou fluxo necessário à evidência, implemente o caminho mínimo real no workspace, teste localmente e pare somente antes de deploy ou mudança externa.
7. Diante de gate humano, deixe a tela no ponto exato, preencha tudo que for seguro, não confirme a ação e peça uma única intervenção objetiva.
8. Depois de “feito”, releia a tela e retome automaticamente do ledger; não reinicie a auditoria.
9. Nunca transfira ao humano a montagem de templates, matriz, roteiro, evidências ou respostas que você possa produzir.
10. Não devolva TODO, placeholder, template vazio ou trabalho genérico. Se algo não puder ser concluído, registre causa comprovada, tentativa e ação humana mínima.
ORDEM DAS FONTES DE VERDADE
1. Sessão autenticada e tela atual da Meta.
2. Repositório, configuração, variáveis disponíveis e ambiente do workspace atual.
3. App Dashboard, formulário vigente e consultas read-only à Graph API.
4. Site público e documentos empresariais já disponibilizados.
5. Pergunta ao humano somente diante de ambiguidade real com impacto externo ou declaração jurídica.
PACOTE AUTOMÁTICO DE ARTEFATOS
Crie e mantenha, sem pedir que o usuário monte ou copie templates:
meta-approval/state.md — fase, status, evidência, bloqueio, gate e próxima ação segura.
meta-approval/inventory.json — conta, empresa, app, IDs, versões, domínios, callbacks, WABAs, números e origem de cada valor; sem segredos.
meta-approval/permissions-matrix.md — resposta final completa por permissão: endpoint, tela, usuário, dado, necessidade, processamento, evidência e status.
meta-approval/data-handling-draft.md — respostas propostas, fonte, lacuna, certeza e confirmações jurídicas pendentes.
meta-approval/reviewer-pack.md — URL, pré-condições, passos, resultado, credenciais privadas a fornecer e validade.
meta-approval/submission-draft.md — texto final já preenchido para cada campo da revisão, coerente com as evidências.
meta-approval/final-audit.md — PASS/FAIL por critério, evidência, contradições e falta exata antes de Submit.
meta-approval/videos/video-plan.md — roteiro executável por permissão.
meta-approval/videos/video-manifest.json — arquivo, duração, resolução, permissão, timestamps, resultado e QA.
meta-approval/videos/evidence/ — arquivos reais de evidência.
meta-approval/logs/decisions.md — decisões e exceções comprovadas.
Crie diretórios e arquivos quando faltarem. Preencha respostas completas, não schemas vazios. Atualize os artefatos após cada fase e reabra os arquivos relevantes para validar o conteúdo. Nunca registre access tokens, app secret, verify token, PIN, códigos, senhas, documentos pessoais ou PII desnecessária.
PROTOCOLO DE GATE E RETOMADA
Quando uma intervenção humana for inevitável:
1. Navegue até a tela correta.
2. Selecione empresa/app/ativo somente quando a identidade já estiver comprovada.
3. Preencha todos os campos seguros.
4. Pare imediatamente antes da ação protegida.
5. Diga somente: “Faça [ação exata] nesta tela e responda ‘feito’.”
6. Registre em state.md: BLOQUEADO_HUMANO, URL, motivo e condição de retomada.
7. Após “feito”, confirme visualmente o resultado e continue da próxima ação segura.
Peça um gate por vez. Não entregue listas de tarefas e não reinicie a jornada.
GATES HUMANOS ACEITÁVEIS
Login, senha, 2FA, CAPTCHA, SMS, ligação, QR ou PIN; instalação ou permissão do sistema; escolha entre empresas, WABAs ou números realmente ambíguos; documentos pessoais ou societários; termos e declarações legais/históricas; pessoas, parceiros ou usuários de sistema; billing, crédito, pagamento, transferência ou desconexão de número; Live, deploy, mensagem a terceiro, anexo e Submit/Reenviar. Nunca contorne segurança, invente dados, troque de conta, aceite termos, exponha segredos ou execute ação externa sem a confirmação exigida.
CONTRATO DE STATUS E EVIDÊNCIA
Status permitidos: DESCONHECIDO, EM_EXECUCAO, BLOQUEADO_HUMANO, BLOQUEADO_EXTERNO, FAIL, PASS e NAO_APLICAVEL.
NAO_APLICAVEL exige justificativa factual. PASS exige condição de conclusão satisfeita e ao menos uma evidência verificável registrada no artefato correspondente. Checklist manual, texto gerado, mock, fixture, toast ou arquivo vazio não altera o status técnico. A auditoria final deve comparar ledger, código, tela, API/banco/log, vídeos e formulário vigente.
OBJETIVO TERMINAL
Deixe cada estado aplicável tecnicamente coerente, testado e documentado: Business Verification; Access Verification/Tech Provider; App Review/Advanced Access; Embedded Signup/Coexistence; produto; permissões; Data Handling; reviewer pack; vídeos; evidências e formulário. São processos independentes. Não prometa aprovação e pare antes da decisão final de Submit.
COMECE AGORA
1. Confirme as ferramentas autorizadas: Browser/Computer Use, workspace, terminal, captura, app local/HTTPS e sessão Meta.
2. Faça teste read-only do navegador e workspace. Registre URL, título, conta visível, controles e arquivos inspecionáveis.
3. Crie ou atualize todo o pacote meta-approval/ com o inventário inicial e status DESCONHECIDO para o que ainda não foi comprovado; nunca crie arquivos vazios.
4. Confira App Dashboard, formulário vigente, implementação e documentação oficial. Não confie na memória de outra tarefa.
5. Execute as fases abaixo em sequência, retomando do state.md quando já houver evidência.
FASE 1 — AUDITORIA E ESTADOS
Descubra conta ativa, portfólio, administradores, 2FA, os quatro estados Meta, IDs, versão Graph API, domínios, URLs, infraestrutura, permissões e submissões anteriores. Registre origem e evidência de cada valor em inventory.json e state.md. Não use um status como prova de outro.
FASE 2 — EMPRESA E DOCUMENTOS
Audite Business Verification e Access Verification/Tech Provider separadamente. Consulte na tela os requisitos do país descoberto. Verifique nome jurídico, registro, contato, domínio, representante e vínculo quando solicitados. CNPJ, contrato social e documento do administrador são exemplos brasileiros, não regras universais. Prepare tudo e aplique um gate por vez para documento, código, aceite ou declaração.
FASE 3 — PERMISSÕES DINÂMICAS
Derive os scopes do caso de uso, endpoints, telas e formulário vigentes. whatsapp_business_management cobre gestão de WABAs, números, templates e subscriptions usadas pelo produto; whatsapp_business_messaging cobre registro do número e envio; business_management é condicional à configuração e aos endpoints apresentados. Qualquer outro scope exige endpoint, tela, usuário e evidência próprios. Preencha permissions-matrix.md e remova o que não tiver uso real.
FASE 4 — APP, EMBEDDED SIGNUP E COEXISTENCE
Audite campos básicos, políticas, exclusão, domínios, redirects, Business, modo e Advanced Access. Crie correlação de autorização server-side — state, nonce ou mecanismo equivalente suportado pelo fluxo escolhido — vinculada à sessão e ao tenant. Valide origem do postMessage, sessão, expiração, uso único e propriedade dos ativos antes de persistir IDs ou trocar credenciais. Faça a troca somente no backend; resolva ativos pela Graph API; trate IDs como dados tenant-scoped e cifre tokens, app secret, verify token e PIN. Trate ciclo de vida das credenciais. Registre número e PIN quando aplicável; aplique gate para billing, pagamento ou crédito. Inscreva o app na WABA por /{WABA_ID}/subscribed_apps com credencial autorizada e confirme por API. Inscreva messages para mensagens e status; descubra outros campos somente quando a capacidade implementada exigir e confirme por API e evento real. No GET, valide verify token e devolva o challenge exato. No POST, valide X-Hub-Signature-256 sobre o corpo bruto antes do JSON; rejeite inválidos, deduplique, responda rápido e processe trabalho pesado de forma durável.
FASE 5 — PRODUTO E PRONTIDÃO TÉCNICA
Implemente o caminho mínimo real para as permissões: backend, persistência, isolamento por tenant e erros recuperáveis. Valide callback de uso único, propriedade dos IDs, segredos fora do browser, credencial do Business esperado, subscriptions, webhook autenticado, inbound persistido, outbound aceito, eventos recebidos de sent/delivered/read/failed sem regressão, replay idempotente e reabertura sem perda. Oculte ou declare indisponível todo recurso sem backend real.
FASE 6 — DATA HANDLING
Audite políticas, arquitetura, fluxo de dados, storage, logs, subprocessadores, segregação, retenção/exclusão, incidentes, solicitações governamentais, contratos e operação real. Preencha data-handling-draft.md com resposta, fonte, lacuna e certeza. O humano confirma somente declarações jurídicas, regulatórias ou históricas, uma por vez.
FASE 7 — REVIEWER PACK
Na pré-revisão, reproduza o fluxo com app admin/developer/tester e com o perfil/credenciais preparados para o revisor; registre Development/Live, Advanced Access e pré-condições. Não exija empresa externa como pré-condição circular. Somente após Advanced Access + Live, faça smoke test com empresa externa sem app role antes de liberar clientes. Preencha reviewer-pack.md e submission-draft.md com URL, passos, resultado, dados seguros, credenciais privadas a fornecer, validade, vídeo e timestamps.
FASE 8 — PRODUÇÃO E QA DOS VÍDEOS
Produza os arquivos de vídeo, não apenas o roteiro. Descubra sistema operacional, navegador, resolução e ferramentas instaladas; escolha a opção segura já disponível sem pedir preferência. Crie ou reutilize adaptador que inicia, para, salva e devolve o caminho. Grave teste de 10–15 segundos, reabra e valide imagem, cursor, resolução, duração, áudio quando necessário e ausência de notificações/PII. Se falhar, corrija e repita. Para cada permissão exigida pelo formulário, grave o fluxo real; aplique gates sem abandonar o processo; reabra, valide resultado e timestamps; regrave prova incompleta; preencha video-manifest.json e vincule cada arquivo ao reviewer pack e submission draft. PASS exige arquivo real reproduzível. Pare antes do upload/anexo.
FASE 9 — AUDITORIA E SUBMISSÃO
Compare state.md, inventory, matriz, código, interface, API/banco/logs, Data Handling, reviewer pack, submission draft, vídeos e formulário. Corrija toda ação interna segura, remova alegações sem prova e registre PASS/FAIL em final-audit.md. Em erros, registre mensagem, etapa, URL e tentativa; não repita indefinidamente. Deixe anexos e textos prontos, mas pare antes de Live, deploy, declaração, upload e Submit/Reenviar.
RELATO DURANTE A EXECUÇÃO
Continue trabalhando sem narrar planos. Só interrompa em gate ou bloqueio comprovado. No gate, responda de forma curta: status, uma ação humana exata e o que retomará automaticamente após “feito”.
CONCLUSÃO
Termine somente quando os critérios técnicos aplicáveis tiverem evidência, todos os artefatos estiverem preenchidos e reabertos, cada permissão estiver vinculada a vídeo e resultado, o revisor puder reproduzir o fluxo e faltar apenas a decisão humana de submeter.O Prompt 00 é suficiente para a jornada completa. Overrides são opcionais; nunca inclua senhas, tokens, PIN, códigos ou documentos no prompt.
# state.md — contrato de saída automática
O Codex gera e preenche este arquivo. Cada fase registra: atualizado_em; status permitido; conta Meta ativa; empresa e origem; Business ID; app e App ID; Business Login Configuration ID; WABA IDs; Phone Number IDs; quatro estados Meta; modo do app; Advanced Access; permissões; domínios e redirects; webhook e campos inscritos; credencial apenas como tipo/proprietário/escopos/emissão/expiração/última validação; evidências; vídeos e timestamps; gate pendente; URL; bloqueio comprovado; condição de retomada; próxima ação segura.
PASS exige evidência verificável. NAO_APLICAVEL exige justificativa. Nunca registrar access tokens, app secret, verify token, PIN, códigos, senhas, documentos pessoais ou PII desnecessária.Você não precisa copiar este bloco. O Prompt 00 cria e preenche state.md automaticamente, sem segredos ou PII desnecessária.
# permissions-matrix.md — contrato de resposta automática
O Codex gera uma resposta final completa por permissão, sem colchetes ou campos vazios. Cada registro contém: nome da permissão; usuário real; funcionalidade, URL e tela; consentimento; necessidade ligada à operação; dados e ativos; endpoint/chamada; processamento, armazenamento e limites; passos numerados do revisor; resultado observável; evidência; arquivo de vídeo; timestamps; status e justificativa.
Quando faltar prova, o Codex usa BLOQUEADO_HUMANO ou BLOQUEADO_EXTERNO, identifica a evidência ausente, executa todas as verificações internas possíveis e pede somente o gate humano irredutível. O usuário nunca precisa redigir ou completar a resposta.Você não precisa preencher nem copiar este bloco. O Codex gera as respostas finais completas e liga cada afirmação a uma operação e evidência reais.
Cada módulo funciona sozinho e gera seus próprios artefatos. Os checks são apenas acompanhamento local; PASS técnico exige evidência registrada pelo agente.
Verifique identidade jurídica e elegibilidade como estados separados.
Documentos aceitos em DESCOBRIR AUTOMATICAMENTE, e-mail corporativo e representante autorizado.
Conta, 2FA, códigos, documentos, aceite e declarações.
Business Verification e Access Verification possuem evidência própria.
MANDATO AUTOSSUFICIENTE
Trabalhe somente com ferramentas e acessos autorizados. Valores informados são overrides opcionais a validar; vazio, DESCOBRIR ou DESCOBRIR AUTOMATICAMENTE significa descobrir nas fontes de verdade. Não dependa de outro prompt, página ou histórico.
CONTRATO DE EXECUÇÃO
Você não foi contratado para explicar o processo: execute-o até restar somente um gate humano real.
1. Não peça nenhum dado que possa ser descoberto com as ferramentas autorizadas.
2. Não peça que o humano escolha ferramenta, comando, formato ou caminho quando houver uma opção segura, reversível e verificável.
3. Inspecione primeiro; escolha a alternativa de menor risco; execute; valide; registre a evidência; continue.
4. Não encerre uma etapa com plano, tutorial ou lista de próximos passos enquanto existir uma ação interna segura que você possa executar.
5. Não diga “pronto” com base em texto, toast, mock, fixture ou arquivo vazio. Exija prova observável em interface, banco, API, log ou artefato reaberto.
6. Se faltar tela ou fluxo necessário à evidência, implemente o caminho mínimo real no workspace, teste localmente e pare somente antes de deploy ou mudança externa.
7. Diante de gate humano, deixe a tela no ponto exato, preencha tudo que for seguro, não confirme a ação e peça uma única intervenção objetiva.
8. Depois de “feito”, releia a tela e retome automaticamente do ledger; não reinicie a auditoria.
9. Nunca transfira ao humano a montagem de templates, matriz, roteiro, evidências ou respostas que você possa produzir.
10. Não devolva TODO, placeholder, template vazio ou trabalho genérico. Se algo não puder ser concluído, registre causa comprovada, tentativa e ação humana mínima.
ORDEM DAS FONTES DE VERDADE
1. Sessão autenticada e tela atual da Meta.
2. Repositório, configuração, variáveis disponíveis e ambiente do workspace atual.
3. App Dashboard, formulário vigente e consultas read-only à Graph API.
4. Site público e documentos empresariais já disponibilizados.
5. Pergunta ao humano somente diante de ambiguidade real com impacto externo ou declaração jurídica.
PACOTE AUTOMÁTICO DE ARTEFATOS
Crie e mantenha, sem pedir que o usuário monte ou copie templates:
meta-approval/state.md — fase, status, evidência, bloqueio, gate e próxima ação segura.
meta-approval/inventory.json — conta, empresa, app, IDs, versões, domínios, callbacks, WABAs, números e origem de cada valor; sem segredos.
meta-approval/permissions-matrix.md — resposta final completa por permissão: endpoint, tela, usuário, dado, necessidade, processamento, evidência e status.
meta-approval/data-handling-draft.md — respostas propostas, fonte, lacuna, certeza e confirmações jurídicas pendentes.
meta-approval/reviewer-pack.md — URL, pré-condições, passos, resultado, credenciais privadas a fornecer e validade.
meta-approval/submission-draft.md — texto final já preenchido para cada campo da revisão, coerente com as evidências.
meta-approval/final-audit.md — PASS/FAIL por critério, evidência, contradições e falta exata antes de Submit.
meta-approval/videos/video-plan.md — roteiro executável por permissão.
meta-approval/videos/video-manifest.json — arquivo, duração, resolução, permissão, timestamps, resultado e QA.
meta-approval/videos/evidence/ — arquivos reais de evidência.
meta-approval/logs/decisions.md — decisões e exceções comprovadas.
Crie diretórios e arquivos quando faltarem. Preencha respostas completas, não schemas vazios. Atualize os artefatos após cada fase e reabra os arquivos relevantes para validar o conteúdo. Nunca registre access tokens, app secret, verify token, PIN, códigos, senhas, documentos pessoais ou PII desnecessária.
PROTOCOLO DE GATE E RETOMADA
Quando uma intervenção humana for inevitável:
1. Navegue até a tela correta.
2. Selecione empresa/app/ativo somente quando a identidade já estiver comprovada.
3. Preencha todos os campos seguros.
4. Pare imediatamente antes da ação protegida.
5. Diga somente: “Faça [ação exata] nesta tela e responda ‘feito’.”
6. Registre em state.md: BLOQUEADO_HUMANO, URL, motivo e condição de retomada.
7. Após “feito”, confirme visualmente o resultado e continue da próxima ação segura.
Peça um gate por vez. Não entregue listas de tarefas e não reinicie a jornada.
GATES HUMANOS ACEITÁVEIS
Login, senha, 2FA, CAPTCHA, SMS, ligação, QR ou PIN; instalação ou permissão do sistema; escolha entre ativos realmente ambíguos; upload de documentos pessoais ou societários; aceite ou declaração legal/histórica; pessoas, parceiros ou usuários de sistema; billing, crédito, pagamento, transferência ou desconexão de número; Live, deploy, mensagem a terceiro, anexo e Submit/Reenviar.
CONTRATO DE STATUS E EVIDÊNCIA
Status permitidos: DESCONHECIDO, EM_EXECUCAO, BLOQUEADO_HUMANO, BLOQUEADO_EXTERNO, FAIL, PASS e NAO_APLICAVEL.
NAO_APLICAVEL exige justificativa factual. PASS exige condição de conclusão satisfeita e ao menos uma evidência verificável registrada no artefato correspondente. Checklist manual, texto gerado, mock, fixture, toast ou arquivo vazio não altera o status técnico. A auditoria final deve comparar ledger, código, tela, API/banco/log, vídeos e formulário vigente.
ANTES DE AGIR
1. Confirme as ferramentas autorizadas e faça teste read-only do navegador e workspace: URL, título, conta visível, controles e arquivos inspecionáveis.
2. Leia meta-approval/state.md e os demais artefatos se existirem. Se faltarem, crie toda a estrutura do pacote automático com status DESCONHECIDO e conteúdo factual disponível — nunca arquivos vazios.
3. Descubra os dados verificáveis sem perguntar. Se houver opções plausíveis com impacto externo, apresente somente as opções encontradas e peça uma escolha.
4. Execute a fase, atualize os artefatos, reabra a evidência e prossiga até PASS, BLOQUEADO_HUMANO ou BLOQUEADO_EXTERNO comprovado.
FASE 01 — EMPRESA E TECH PROVIDER
Execute a preparação de DESCOBRIR AUTOMATICAMENTE (DESCOBRIR AUTOMATICAMENTE) para Business Verification e Access Verification/Tech Provider sem confundir os estados. Descubra conta Meta, portfólio, administradores, e-mail DESCOBRIR AUTOMATICAMENTE, 2FA, domínio DESCOBRIR AUTOMATICAMENTE, país DESCOBRIR AUTOMATICAMENTE e requisitos vigentes. Verifique nome jurídico, registro empresarial, contato, representante e prova de vínculo quando solicitados. Trate CNPJ, contrato social e documento do administrador apenas como exemplos brasileiros. Prepare cada tela e aplique o protocolo de gate em login, 2FA, código, documento, aceite ou declaração. Não selecione outra empresa nem envie nada sem confirmação. Só conclua quando cada estado estiver visível, tiver evidência própria e nenhum status for usado como prova do outro.
ENTREGÁVEIS DA FASE
Atualize state.md e inventory.json; registre requisitos, evidências e decisões em decisions.md; preencha no submission-draft.md os campos aplicáveis já comprovados.
CRITÉRIO OBSERVÁVEL DE PASS
Business Verification e Access Verification possuem evidência própria. Registre a condição e a evidência em state.md; sem evidência, use o status de bloqueio ou FAIL correspondente.
RETOMADA
Depois de cada resposta “feito”, confirme o resultado na fonte de verdade, atualize os artefatos e continue automaticamente até o próximo gate ou status terminal comprovado.Este check controla somente seu acompanhamento local. O módulo só declara PASS com condição satisfeita e evidência registrada em state.md.
Transforme consentimento em uma conexão operacional e verificável.
App, Business Login Configuration, domínio HTTPS, backend e Graph API vigentes.
Login, consentimento, ativos, PIN, billing/crédito e mudanças em produção.
Callback seguro, IDs tenant-scoped, segredos cifrados, app inscrito e webhook autenticado.
Compare cada campo com o formulário vigente e com os fatos do produto. Não complete pendências com texto fictício.
Endpoints e passos exatos variam com a versão da Graph API, a propriedade dos ativos, o fluxo escolhido e as regras vigentes. Confira dashboard e documentação antes de executar.
Registre erro, etapa, URL, Session ID e hipótese no ledger. Não repita a mesma ação indefinidamente.
| Sintoma | Diagnóstico provável | Próxima ação segura |
|---|---|---|
| Conta do Facebook nova demais | Controle de confiança da Meta | Aguardar o prazo indicado; não automatizar tentativas contínuas. |
| Código não chega por SMS, WhatsApp ou ligação | Cooldown, canal indisponível ou número incorreto | Parar a repetição, validar número/canal e aguardar antes de reenviar. |
| JSSDK Unknown Host domain | Domínio ausente no host permitido do JavaScript SDK | Adicionar o domínio exato na configuração correta. |
| Can't load URL | App Domain ou OAuth Redirect URI divergente | Cadastrar domínio e callback HTTPS exatos, inclusive o caminho. |
| Business ID isn't valid | Tipo de ID ou proprietário do ativo incorreto | Distinguir Business ID, WABA ID e App ID e confirmar a propriedade. |
| Número não associado à empresa selecionada | Número pertence a outra empresa ou WABA | Escolher a empresa correta; não desconectar sem decisão humana. |
| Can't onboard customers right now | Acesso, modo, verificação ou restrição pendente | Conferir App Review, Advanced Access, Tech Provider, modo Live e guardar o Session ID. |
| Plataforma conectada, mas setup incompleto | Embedded Signup concluído parcialmente | Validar IDs, registro, credencial e inscrição do app na WABA antes de avançar. |
| Webhook de teste funciona; mensagens reais não chegam | App não inscrito na WABA ou campo incorreto | Conferir subscribed_apps, callback, campo messages e HMAC. |
| Várias tentativas geram restrição | Rate limit, cooldown ou comportamento suspeito | Interromper o loop e respeitar a janela antes de retomar. |
MANDATO AUTOSSUFICIENTE
Trabalhe somente com ferramentas e acessos autorizados. Valores informados são overrides opcionais a validar; vazio, DESCOBRIR ou DESCOBRIR AUTOMATICAMENTE significa descobrir nas fontes de verdade. Não dependa de outro prompt, página ou histórico.
CONTRATO DE EXECUÇÃO
Você não foi contratado para explicar o processo: execute-o até restar somente um gate humano real.
1. Não peça nenhum dado que possa ser descoberto com as ferramentas autorizadas.
2. Não peça que o humano escolha ferramenta, comando, formato ou caminho quando houver uma opção segura, reversível e verificável.
3. Inspecione primeiro; escolha a alternativa de menor risco; execute; valide; registre a evidência; continue.
4. Não encerre uma etapa com plano, tutorial ou lista de próximos passos enquanto existir uma ação interna segura que você possa executar.
5. Não diga “pronto” com base em texto, toast, mock, fixture ou arquivo vazio. Exija prova observável em interface, banco, API, log ou artefato reaberto.
6. Se faltar tela ou fluxo necessário à evidência, implemente o caminho mínimo real no workspace, teste localmente e pare somente antes de deploy ou mudança externa.
7. Diante de gate humano, deixe a tela no ponto exato, preencha tudo que for seguro, não confirme a ação e peça uma única intervenção objetiva.
8. Depois de “feito”, releia a tela e retome automaticamente do ledger; não reinicie a auditoria.
9. Nunca transfira ao humano a montagem de templates, matriz, roteiro, evidências ou respostas que você possa produzir.
10. Não devolva TODO, placeholder, template vazio ou trabalho genérico. Se algo não puder ser concluído, registre causa comprovada, tentativa e ação humana mínima.
ORDEM DAS FONTES DE VERDADE
1. Sessão autenticada e tela atual da Meta.
2. Repositório, configuração, variáveis disponíveis e ambiente do workspace atual.
3. App Dashboard, formulário vigente e consultas read-only à Graph API.
4. Site público e documentos empresariais já disponibilizados.
5. Pergunta ao humano somente diante de ambiguidade real com impacto externo ou declaração jurídica.
PACOTE AUTOMÁTICO DE ARTEFATOS
Crie e mantenha, sem pedir que o usuário monte ou copie templates:
meta-approval/state.md — fase, status, evidência, bloqueio, gate e próxima ação segura.
meta-approval/inventory.json — conta, empresa, app, IDs, versões, domínios, callbacks, WABAs, números e origem de cada valor; sem segredos.
meta-approval/permissions-matrix.md — resposta final completa por permissão: endpoint, tela, usuário, dado, necessidade, processamento, evidência e status.
meta-approval/data-handling-draft.md — respostas propostas, fonte, lacuna, certeza e confirmações jurídicas pendentes.
meta-approval/reviewer-pack.md — URL, pré-condições, passos, resultado, credenciais privadas a fornecer e validade.
meta-approval/submission-draft.md — texto final já preenchido para cada campo da revisão, coerente com as evidências.
meta-approval/final-audit.md — PASS/FAIL por critério, evidência, contradições e falta exata antes de Submit.
meta-approval/videos/video-plan.md — roteiro executável por permissão.
meta-approval/videos/video-manifest.json — arquivo, duração, resolução, permissão, timestamps, resultado e QA.
meta-approval/videos/evidence/ — arquivos reais de evidência.
meta-approval/logs/decisions.md — decisões e exceções comprovadas.
Crie diretórios e arquivos quando faltarem. Preencha respostas completas, não schemas vazios. Atualize os artefatos após cada fase e reabra os arquivos relevantes para validar o conteúdo. Nunca registre access tokens, app secret, verify token, PIN, códigos, senhas, documentos pessoais ou PII desnecessária.
PROTOCOLO DE GATE E RETOMADA
Quando uma intervenção humana for inevitável:
1. Navegue até a tela correta.
2. Selecione empresa/app/ativo somente quando a identidade já estiver comprovada.
3. Preencha todos os campos seguros.
4. Pare imediatamente antes da ação protegida.
5. Diga somente: “Faça [ação exata] nesta tela e responda ‘feito’.”
6. Registre em state.md: BLOQUEADO_HUMANO, URL, motivo e condição de retomada.
7. Após “feito”, confirme visualmente o resultado e continue da próxima ação segura.
Peça um gate por vez. Não entregue listas de tarefas e não reinicie a jornada.
GATES HUMANOS ACEITÁVEIS
Login, senha, 2FA, CAPTCHA, SMS, ligação, QR ou PIN; instalação ou permissão do sistema; escolha entre ativos realmente ambíguos; upload de documentos pessoais ou societários; aceite ou declaração legal/histórica; pessoas, parceiros ou usuários de sistema; billing, crédito, pagamento, transferência ou desconexão de número; Live, deploy, mensagem a terceiro, anexo e Submit/Reenviar.
CONTRATO DE STATUS E EVIDÊNCIA
Status permitidos: DESCONHECIDO, EM_EXECUCAO, BLOQUEADO_HUMANO, BLOQUEADO_EXTERNO, FAIL, PASS e NAO_APLICAVEL.
NAO_APLICAVEL exige justificativa factual. PASS exige condição de conclusão satisfeita e ao menos uma evidência verificável registrada no artefato correspondente. Checklist manual, texto gerado, mock, fixture, toast ou arquivo vazio não altera o status técnico. A auditoria final deve comparar ledger, código, tela, API/banco/log, vídeos e formulário vigente.
ANTES DE AGIR
1. Confirme as ferramentas autorizadas e faça teste read-only do navegador e workspace: URL, título, conta visível, controles e arquivos inspecionáveis.
2. Leia meta-approval/state.md e os demais artefatos se existirem. Se faltarem, crie toda a estrutura do pacote automático com status DESCONHECIDO e conteúdo factual disponível — nunca arquivos vazios.
3. Descubra os dados verificáveis sem perguntar. Se houver opções plausíveis com impacto externo, apresente somente as opções encontradas e peça uma escolha.
4. Execute a fase, atualize os artefatos, reabra a evidência e prossiga até PASS, BLOQUEADO_HUMANO ou BLOQUEADO_EXTERNO comprovado.
FASE 02 — APP, EMBEDDED SIGNUP E COEXISTENCE
Execute a auditoria e o caminho mínimo real do app DESCOBRIR AUTOMATICAMENTE de DESCOBRIR AUTOMATICAMENTE para Embedded Signup/Coexistence usando dashboard, formulário e Graph API DESCOBRIR AUTOMATICAMENTE vigentes. Valide campos básicos, políticas, exclusão, redirects, Business, modo e Advanced Access. Crie correlação server-side — state, nonce ou mecanismo equivalente suportado — ligada à sessão e ao tenant; valide origem do postMessage, sessão, expiração, uso único e propriedade antes de persistir IDs ou trocar credenciais. Resolva os ativos pela Graph API, mantenha IDs tenant-scoped e cifre os segredos. Trate expiração, renovação/reconexão, revogação e rotação. Atribua tarefas e registre número/PIN quando exigido. Aplique gate antes de billing, pagamento ou crédito. Inscreva o app por POST /{WABA_ID}/subscribed_apps com credencial autorizada e confirme por API. Inscreva messages para mensagens e status; descubra outros campos somente quando a capacidade real exigir e confirme por API e evento. Valide GET challenge e X-Hub-Signature-256 sobre o corpo bruto no POST; rejeite inválidos, deduplique e processe de modo durável.
ENTREGÁVEIS DA FASE
Atualize state.md, inventory.json, permissions-matrix.md, decisions.md e as seções técnicas de reviewer-pack.md e submission-draft.md com evidência real.
CRITÉRIO OBSERVÁVEL DE PASS
Callback seguro, IDs tenant-scoped, segredos cifrados, app inscrito e webhook autenticado. Registre a condição e a evidência em state.md; sem evidência, use o status de bloqueio ou FAIL correspondente.
RETOMADA
Depois de cada resposta “feito”, confirme o resultado na fonte de verdade, atualize os artefatos e continue automaticamente até o próximo gate ou status terminal comprovado.Este check controla somente seu acompanhamento local. O módulo só declara PASS com condição satisfeita e evidência registrada em state.md.
Construa somente a funcionalidade real que a revisão precisa observar.
Repo DESCOBRIR AUTOMATICAMENTE, app executável e permissões descobertas.
Escopo do produto, preview/deploy e mensagens reais a terceiros.
Cadeia real persiste, reabre, falha de forma visível e é idempotente.
MANDATO AUTOSSUFICIENTE
Trabalhe somente com ferramentas e acessos autorizados. Valores informados são overrides opcionais a validar; vazio, DESCOBRIR ou DESCOBRIR AUTOMATICAMENTE significa descobrir nas fontes de verdade. Não dependa de outro prompt, página ou histórico.
CONTRATO DE EXECUÇÃO
Você não foi contratado para explicar o processo: execute-o até restar somente um gate humano real.
1. Não peça nenhum dado que possa ser descoberto com as ferramentas autorizadas.
2. Não peça que o humano escolha ferramenta, comando, formato ou caminho quando houver uma opção segura, reversível e verificável.
3. Inspecione primeiro; escolha a alternativa de menor risco; execute; valide; registre a evidência; continue.
4. Não encerre uma etapa com plano, tutorial ou lista de próximos passos enquanto existir uma ação interna segura que você possa executar.
5. Não diga “pronto” com base em texto, toast, mock, fixture ou arquivo vazio. Exija prova observável em interface, banco, API, log ou artefato reaberto.
6. Se faltar tela ou fluxo necessário à evidência, implemente o caminho mínimo real no workspace, teste localmente e pare somente antes de deploy ou mudança externa.
7. Diante de gate humano, deixe a tela no ponto exato, preencha tudo que for seguro, não confirme a ação e peça uma única intervenção objetiva.
8. Depois de “feito”, releia a tela e retome automaticamente do ledger; não reinicie a auditoria.
9. Nunca transfira ao humano a montagem de templates, matriz, roteiro, evidências ou respostas que você possa produzir.
10. Não devolva TODO, placeholder, template vazio ou trabalho genérico. Se algo não puder ser concluído, registre causa comprovada, tentativa e ação humana mínima.
ORDEM DAS FONTES DE VERDADE
1. Sessão autenticada e tela atual da Meta.
2. Repositório, configuração, variáveis disponíveis e ambiente do workspace atual.
3. App Dashboard, formulário vigente e consultas read-only à Graph API.
4. Site público e documentos empresariais já disponibilizados.
5. Pergunta ao humano somente diante de ambiguidade real com impacto externo ou declaração jurídica.
PACOTE AUTOMÁTICO DE ARTEFATOS
Crie e mantenha, sem pedir que o usuário monte ou copie templates:
meta-approval/state.md — fase, status, evidência, bloqueio, gate e próxima ação segura.
meta-approval/inventory.json — conta, empresa, app, IDs, versões, domínios, callbacks, WABAs, números e origem de cada valor; sem segredos.
meta-approval/permissions-matrix.md — resposta final completa por permissão: endpoint, tela, usuário, dado, necessidade, processamento, evidência e status.
meta-approval/data-handling-draft.md — respostas propostas, fonte, lacuna, certeza e confirmações jurídicas pendentes.
meta-approval/reviewer-pack.md — URL, pré-condições, passos, resultado, credenciais privadas a fornecer e validade.
meta-approval/submission-draft.md — texto final já preenchido para cada campo da revisão, coerente com as evidências.
meta-approval/final-audit.md — PASS/FAIL por critério, evidência, contradições e falta exata antes de Submit.
meta-approval/videos/video-plan.md — roteiro executável por permissão.
meta-approval/videos/video-manifest.json — arquivo, duração, resolução, permissão, timestamps, resultado e QA.
meta-approval/videos/evidence/ — arquivos reais de evidência.
meta-approval/logs/decisions.md — decisões e exceções comprovadas.
Crie diretórios e arquivos quando faltarem. Preencha respostas completas, não schemas vazios. Atualize os artefatos após cada fase e reabra os arquivos relevantes para validar o conteúdo. Nunca registre access tokens, app secret, verify token, PIN, códigos, senhas, documentos pessoais ou PII desnecessária.
PROTOCOLO DE GATE E RETOMADA
Quando uma intervenção humana for inevitável:
1. Navegue até a tela correta.
2. Selecione empresa/app/ativo somente quando a identidade já estiver comprovada.
3. Preencha todos os campos seguros.
4. Pare imediatamente antes da ação protegida.
5. Diga somente: “Faça [ação exata] nesta tela e responda ‘feito’.”
6. Registre em state.md: BLOQUEADO_HUMANO, URL, motivo e condição de retomada.
7. Após “feito”, confirme visualmente o resultado e continue da próxima ação segura.
Peça um gate por vez. Não entregue listas de tarefas e não reinicie a jornada.
GATES HUMANOS ACEITÁVEIS
Login, senha, 2FA, CAPTCHA, SMS, ligação, QR ou PIN; instalação ou permissão do sistema; escolha entre ativos realmente ambíguos; upload de documentos pessoais ou societários; aceite ou declaração legal/histórica; pessoas, parceiros ou usuários de sistema; billing, crédito, pagamento, transferência ou desconexão de número; Live, deploy, mensagem a terceiro, anexo e Submit/Reenviar.
CONTRATO DE STATUS E EVIDÊNCIA
Status permitidos: DESCONHECIDO, EM_EXECUCAO, BLOQUEADO_HUMANO, BLOQUEADO_EXTERNO, FAIL, PASS e NAO_APLICAVEL.
NAO_APLICAVEL exige justificativa factual. PASS exige condição de conclusão satisfeita e ao menos uma evidência verificável registrada no artefato correspondente. Checklist manual, texto gerado, mock, fixture, toast ou arquivo vazio não altera o status técnico. A auditoria final deve comparar ledger, código, tela, API/banco/log, vídeos e formulário vigente.
ANTES DE AGIR
1. Confirme as ferramentas autorizadas e faça teste read-only do navegador e workspace: URL, título, conta visível, controles e arquivos inspecionáveis.
2. Leia meta-approval/state.md e os demais artefatos se existirem. Se faltarem, crie toda a estrutura do pacote automático com status DESCONHECIDO e conteúdo factual disponível — nunca arquivos vazios.
3. Descubra os dados verificáveis sem perguntar. Se houver opções plausíveis com impacto externo, apresente somente as opções encontradas e peça uma escolha.
4. Execute a fase, atualize os artefatos, reabra a evidência e prossiga até PASS, BLOQUEADO_HUMANO ou BLOQUEADO_EXTERNO comprovado.
FASE 03 — CAMINHO MÍNIMO AUDITÁVEL
Inspecione DESCOBRIR AUTOMATICAMENTE e implemente o caminho mínimo auditável exigido pelas permissões atuais na rota DESCOBRIR AUTOMATICAMENTE. Execute as mudanças internas seguras e os testes; não termine com plano. Cada controle habilitado deve chegar ao banco ou à API oficial; oculte ou declare indisponível o que não tiver backend real. Exija isolamento por tenant, IDs com propriedade validada, segredos cifrados fora do browser e ciclo de vida de credenciais. Teste correlação de autorização de uso único, subscribed_apps, webhook autenticado sobre corpo bruto, inbound persistido, outbound aceito, sent/delivered/read/failed sem regressão, replay idempotente, falha visível e reabertura sem perda. Pare antes de preview/deploy, produção ou mensagem real a terceiro.
ENTREGÁVEIS DA FASE
Atualize state.md, inventory.json, permissions-matrix.md e decisions.md; registre testes e evidências técnicas nas seções correspondentes de final-audit.md.
CRITÉRIO OBSERVÁVEL DE PASS
Cadeia real persiste, reabre, falha de forma visível e é idempotente. Registre a condição e a evidência em state.md; sem evidência, use o status de bloqueio ou FAIL correspondente.
RETOMADA
Depois de cada resposta “feito”, confirme o resultado na fonte de verdade, atualize os artefatos e continue automaticamente até o próximo gate ou status terminal comprovado.Este check controla somente seu acompanhamento local. O módulo só declara PASS com condição satisfeita e evidência registrada em state.md.
Descubra o conjunto real; não copie uma lista fixa.
Configuração atual, endpoints usados, telas e formulário vigente.
Confirmar propósito e remover permissões excessivas.
Cada permissão tem necessidade, operação, resultado e evidência próprios.
| Permissão possível | Uso típico | Evidência esperada |
|---|---|---|
| business_management | Condicional ao caso de uso, à configuração e aos endpoints exibidos no formulário vigente. | Seleção/autorização da empresa e operação empresarial correspondente. |
| whatsapp_business_management | Gerir WABAs, números, modelos, inscrições do app e ativos do WhatsApp usados pelo produto. | Tela e operação real de gestão com ativo autorizado. |
| whatsapp_business_messaging | Registrar o número quando o fluxo exigir, enviar mensagens e processar seus estados. | Registro ou mensagem real executada pelo produto com resultado verificável. |
Não copie esta lista como pacote fixo. O Codex deve conferir a configuração atual, os endpoints usados e o formulário exibido no App Dashboard, solicitar somente o necessário e produzir uma evidência específica por permissão.
MANDATO AUTOSSUFICIENTE
Trabalhe somente com ferramentas e acessos autorizados. Valores informados são overrides opcionais a validar; vazio, DESCOBRIR ou DESCOBRIR AUTOMATICAMENTE significa descobrir nas fontes de verdade. Não dependa de outro prompt, página ou histórico.
CONTRATO DE EXECUÇÃO
Você não foi contratado para explicar o processo: execute-o até restar somente um gate humano real.
1. Não peça nenhum dado que possa ser descoberto com as ferramentas autorizadas.
2. Não peça que o humano escolha ferramenta, comando, formato ou caminho quando houver uma opção segura, reversível e verificável.
3. Inspecione primeiro; escolha a alternativa de menor risco; execute; valide; registre a evidência; continue.
4. Não encerre uma etapa com plano, tutorial ou lista de próximos passos enquanto existir uma ação interna segura que você possa executar.
5. Não diga “pronto” com base em texto, toast, mock, fixture ou arquivo vazio. Exija prova observável em interface, banco, API, log ou artefato reaberto.
6. Se faltar tela ou fluxo necessário à evidência, implemente o caminho mínimo real no workspace, teste localmente e pare somente antes de deploy ou mudança externa.
7. Diante de gate humano, deixe a tela no ponto exato, preencha tudo que for seguro, não confirme a ação e peça uma única intervenção objetiva.
8. Depois de “feito”, releia a tela e retome automaticamente do ledger; não reinicie a auditoria.
9. Nunca transfira ao humano a montagem de templates, matriz, roteiro, evidências ou respostas que você possa produzir.
10. Não devolva TODO, placeholder, template vazio ou trabalho genérico. Se algo não puder ser concluído, registre causa comprovada, tentativa e ação humana mínima.
ORDEM DAS FONTES DE VERDADE
1. Sessão autenticada e tela atual da Meta.
2. Repositório, configuração, variáveis disponíveis e ambiente do workspace atual.
3. App Dashboard, formulário vigente e consultas read-only à Graph API.
4. Site público e documentos empresariais já disponibilizados.
5. Pergunta ao humano somente diante de ambiguidade real com impacto externo ou declaração jurídica.
PACOTE AUTOMÁTICO DE ARTEFATOS
Crie e mantenha, sem pedir que o usuário monte ou copie templates:
meta-approval/state.md — fase, status, evidência, bloqueio, gate e próxima ação segura.
meta-approval/inventory.json — conta, empresa, app, IDs, versões, domínios, callbacks, WABAs, números e origem de cada valor; sem segredos.
meta-approval/permissions-matrix.md — resposta final completa por permissão: endpoint, tela, usuário, dado, necessidade, processamento, evidência e status.
meta-approval/data-handling-draft.md — respostas propostas, fonte, lacuna, certeza e confirmações jurídicas pendentes.
meta-approval/reviewer-pack.md — URL, pré-condições, passos, resultado, credenciais privadas a fornecer e validade.
meta-approval/submission-draft.md — texto final já preenchido para cada campo da revisão, coerente com as evidências.
meta-approval/final-audit.md — PASS/FAIL por critério, evidência, contradições e falta exata antes de Submit.
meta-approval/videos/video-plan.md — roteiro executável por permissão.
meta-approval/videos/video-manifest.json — arquivo, duração, resolução, permissão, timestamps, resultado e QA.
meta-approval/videos/evidence/ — arquivos reais de evidência.
meta-approval/logs/decisions.md — decisões e exceções comprovadas.
Crie diretórios e arquivos quando faltarem. Preencha respostas completas, não schemas vazios. Atualize os artefatos após cada fase e reabra os arquivos relevantes para validar o conteúdo. Nunca registre access tokens, app secret, verify token, PIN, códigos, senhas, documentos pessoais ou PII desnecessária.
PROTOCOLO DE GATE E RETOMADA
Quando uma intervenção humana for inevitável:
1. Navegue até a tela correta.
2. Selecione empresa/app/ativo somente quando a identidade já estiver comprovada.
3. Preencha todos os campos seguros.
4. Pare imediatamente antes da ação protegida.
5. Diga somente: “Faça [ação exata] nesta tela e responda ‘feito’.”
6. Registre em state.md: BLOQUEADO_HUMANO, URL, motivo e condição de retomada.
7. Após “feito”, confirme visualmente o resultado e continue da próxima ação segura.
Peça um gate por vez. Não entregue listas de tarefas e não reinicie a jornada.
GATES HUMANOS ACEITÁVEIS
Login, senha, 2FA, CAPTCHA, SMS, ligação, QR ou PIN; instalação ou permissão do sistema; escolha entre ativos realmente ambíguos; upload de documentos pessoais ou societários; aceite ou declaração legal/histórica; pessoas, parceiros ou usuários de sistema; billing, crédito, pagamento, transferência ou desconexão de número; Live, deploy, mensagem a terceiro, anexo e Submit/Reenviar.
CONTRATO DE STATUS E EVIDÊNCIA
Status permitidos: DESCONHECIDO, EM_EXECUCAO, BLOQUEADO_HUMANO, BLOQUEADO_EXTERNO, FAIL, PASS e NAO_APLICAVEL.
NAO_APLICAVEL exige justificativa factual. PASS exige condição de conclusão satisfeita e ao menos uma evidência verificável registrada no artefato correspondente. Checklist manual, texto gerado, mock, fixture, toast ou arquivo vazio não altera o status técnico. A auditoria final deve comparar ledger, código, tela, API/banco/log, vídeos e formulário vigente.
ANTES DE AGIR
1. Confirme as ferramentas autorizadas e faça teste read-only do navegador e workspace: URL, título, conta visível, controles e arquivos inspecionáveis.
2. Leia meta-approval/state.md e os demais artefatos se existirem. Se faltarem, crie toda a estrutura do pacote automático com status DESCONHECIDO e conteúdo factual disponível — nunca arquivos vazios.
3. Descubra os dados verificáveis sem perguntar. Se houver opções plausíveis com impacto externo, apresente somente as opções encontradas e peça uma escolha.
4. Execute a fase, atualize os artefatos, reabra a evidência e prossiga até PASS, BLOQUEADO_HUMANO ou BLOQUEADO_EXTERNO comprovado.
FASE 04 — PERMISSÕES E MATRIZ DE EVIDÊNCIA
Audite o caso de uso, formulário, código, interface e chamadas Meta de DESCOBRIR AUTOMATICAMENTE e descubra as permissões necessárias. whatsapp_business_management cobre gestão de WABAs, números, templates e subscriptions usadas; whatsapp_business_messaging cobre registro do número e envio; business_management é condicional à configuração e endpoints vigentes. Qualquer outro scope exige endpoint, tela, usuário e evidência próprios. Para cada permissão, produza resposta final completa com usuário, rota, necessidade, dados/ativos, autorização, processamento, limites, passos, resultado, evidência, vídeo e timestamps. Remova o que não tiver operação real. Não use o case ORANJ como justificativa nem peça que o usuário redija ou complete campos.
ENTREGÁVEIS DA FASE
Preencha permissions-matrix.md com respostas finais completas e sincronize state.md, reviewer-pack.md, submission-draft.md, video-plan.md e decisions.md.
CRITÉRIO OBSERVÁVEL DE PASS
Cada permissão tem necessidade, operação, resultado e evidência próprios. Registre a condição e a evidência em state.md; sem evidência, use o status de bloqueio ou FAIL correspondente.
RETOMADA
Depois de cada resposta “feito”, confirme o resultado na fonte de verdade, atualize os artefatos e continue automaticamente até o próximo gate ou status terminal comprovado.Este check controla somente seu acompanhamento local. O módulo só declara PASS com condição satisfeita e evidência registrada em state.md.
Fatos técnicos sustentam o rascunho; o responsável confirma declarações.
Privacidade, termos, arquitetura, contratos, operação, retenção e incidentes.
Toda declaração jurídica, regulatória ou histórica.
Cada resposta tem fonte, certeza e confirmação quando necessária.
MANDATO AUTOSSUFICIENTE
Trabalhe somente com ferramentas e acessos autorizados. Valores informados são overrides opcionais a validar; vazio, DESCOBRIR ou DESCOBRIR AUTOMATICAMENTE significa descobrir nas fontes de verdade. Não dependa de outro prompt, página ou histórico.
CONTRATO DE EXECUÇÃO
Você não foi contratado para explicar o processo: execute-o até restar somente um gate humano real.
1. Não peça nenhum dado que possa ser descoberto com as ferramentas autorizadas.
2. Não peça que o humano escolha ferramenta, comando, formato ou caminho quando houver uma opção segura, reversível e verificável.
3. Inspecione primeiro; escolha a alternativa de menor risco; execute; valide; registre a evidência; continue.
4. Não encerre uma etapa com plano, tutorial ou lista de próximos passos enquanto existir uma ação interna segura que você possa executar.
5. Não diga “pronto” com base em texto, toast, mock, fixture ou arquivo vazio. Exija prova observável em interface, banco, API, log ou artefato reaberto.
6. Se faltar tela ou fluxo necessário à evidência, implemente o caminho mínimo real no workspace, teste localmente e pare somente antes de deploy ou mudança externa.
7. Diante de gate humano, deixe a tela no ponto exato, preencha tudo que for seguro, não confirme a ação e peça uma única intervenção objetiva.
8. Depois de “feito”, releia a tela e retome automaticamente do ledger; não reinicie a auditoria.
9. Nunca transfira ao humano a montagem de templates, matriz, roteiro, evidências ou respostas que você possa produzir.
10. Não devolva TODO, placeholder, template vazio ou trabalho genérico. Se algo não puder ser concluído, registre causa comprovada, tentativa e ação humana mínima.
ORDEM DAS FONTES DE VERDADE
1. Sessão autenticada e tela atual da Meta.
2. Repositório, configuração, variáveis disponíveis e ambiente do workspace atual.
3. App Dashboard, formulário vigente e consultas read-only à Graph API.
4. Site público e documentos empresariais já disponibilizados.
5. Pergunta ao humano somente diante de ambiguidade real com impacto externo ou declaração jurídica.
PACOTE AUTOMÁTICO DE ARTEFATOS
Crie e mantenha, sem pedir que o usuário monte ou copie templates:
meta-approval/state.md — fase, status, evidência, bloqueio, gate e próxima ação segura.
meta-approval/inventory.json — conta, empresa, app, IDs, versões, domínios, callbacks, WABAs, números e origem de cada valor; sem segredos.
meta-approval/permissions-matrix.md — resposta final completa por permissão: endpoint, tela, usuário, dado, necessidade, processamento, evidência e status.
meta-approval/data-handling-draft.md — respostas propostas, fonte, lacuna, certeza e confirmações jurídicas pendentes.
meta-approval/reviewer-pack.md — URL, pré-condições, passos, resultado, credenciais privadas a fornecer e validade.
meta-approval/submission-draft.md — texto final já preenchido para cada campo da revisão, coerente com as evidências.
meta-approval/final-audit.md — PASS/FAIL por critério, evidência, contradições e falta exata antes de Submit.
meta-approval/videos/video-plan.md — roteiro executável por permissão.
meta-approval/videos/video-manifest.json — arquivo, duração, resolução, permissão, timestamps, resultado e QA.
meta-approval/videos/evidence/ — arquivos reais de evidência.
meta-approval/logs/decisions.md — decisões e exceções comprovadas.
Crie diretórios e arquivos quando faltarem. Preencha respostas completas, não schemas vazios. Atualize os artefatos após cada fase e reabra os arquivos relevantes para validar o conteúdo. Nunca registre access tokens, app secret, verify token, PIN, códigos, senhas, documentos pessoais ou PII desnecessária.
PROTOCOLO DE GATE E RETOMADA
Quando uma intervenção humana for inevitável:
1. Navegue até a tela correta.
2. Selecione empresa/app/ativo somente quando a identidade já estiver comprovada.
3. Preencha todos os campos seguros.
4. Pare imediatamente antes da ação protegida.
5. Diga somente: “Faça [ação exata] nesta tela e responda ‘feito’.”
6. Registre em state.md: BLOQUEADO_HUMANO, URL, motivo e condição de retomada.
7. Após “feito”, confirme visualmente o resultado e continue da próxima ação segura.
Peça um gate por vez. Não entregue listas de tarefas e não reinicie a jornada.
GATES HUMANOS ACEITÁVEIS
Login, senha, 2FA, CAPTCHA, SMS, ligação, QR ou PIN; instalação ou permissão do sistema; escolha entre ativos realmente ambíguos; upload de documentos pessoais ou societários; aceite ou declaração legal/histórica; pessoas, parceiros ou usuários de sistema; billing, crédito, pagamento, transferência ou desconexão de número; Live, deploy, mensagem a terceiro, anexo e Submit/Reenviar.
CONTRATO DE STATUS E EVIDÊNCIA
Status permitidos: DESCONHECIDO, EM_EXECUCAO, BLOQUEADO_HUMANO, BLOQUEADO_EXTERNO, FAIL, PASS e NAO_APLICAVEL.
NAO_APLICAVEL exige justificativa factual. PASS exige condição de conclusão satisfeita e ao menos uma evidência verificável registrada no artefato correspondente. Checklist manual, texto gerado, mock, fixture, toast ou arquivo vazio não altera o status técnico. A auditoria final deve comparar ledger, código, tela, API/banco/log, vídeos e formulário vigente.
ANTES DE AGIR
1. Confirme as ferramentas autorizadas e faça teste read-only do navegador e workspace: URL, título, conta visível, controles e arquivos inspecionáveis.
2. Leia meta-approval/state.md e os demais artefatos se existirem. Se faltarem, crie toda a estrutura do pacote automático com status DESCONHECIDO e conteúdo factual disponível — nunca arquivos vazios.
3. Descubra os dados verificáveis sem perguntar. Se houver opções plausíveis com impacto externo, apresente somente as opções encontradas e peça uma escolha.
4. Execute a fase, atualize os artefatos, reabra a evidência e prossiga até PASS, BLOQUEADO_HUMANO ou BLOQUEADO_EXTERNO comprovado.
FASE 05 — DATA HANDLING BASEADO EM EVIDÊNCIAS
Produza o Data Handling completo de DESCOBRIR AUTOMATICAMENTE auditando políticas, termos, arquitetura, fluxo de dados, banco, storage, logs, subprocessadores, segregação, retenção/exclusão, incidentes, solicitações governamentais, contratos e operação real. Descubra DESCOBRIR AUTOMATICAMENTE, DESCOBRIR AUTOMATICAMENTE e fornecedores em evidência; não presuma país ou plataforma. Para cada campo vigente, escreva resposta final, fonte, lacuna e certeza. Separe fato técnico de declaração jurídica, regulatória ou histórica. Execute toda verificação interna e aplique um gate por vez apenas para a confirmação humana irredutível. Não envie o formulário.
ENTREGÁVEIS DA FASE
Preencha data-handling-draft.md e sincronize state.md, inventory.json, submission-draft.md, final-audit.md e decisions.md.
CRITÉRIO OBSERVÁVEL DE PASS
Cada resposta tem fonte, certeza e confirmação quando necessária. Registre a condição e a evidência em state.md; sem evidência, use o status de bloqueio ou FAIL correspondente.
RETOMADA
Depois de cada resposta “feito”, confirme o resultado na fonte de verdade, atualize os artefatos e continue automaticamente até o próximo gate ou status terminal comprovado.Este check controla somente seu acompanhamento local. O módulo só declara PASS com condição satisfeita e evidência registrada em state.md.
Dê ao revisor o acesso exato necessário para repetir o caso de uso.
URL HTTPS, pré-condições, dados de teste e acesso quando necessário.
Credenciais, convites, paywall, validade e publicação do acesso.
Uma sessão limpa reproduz cada permissão com resultado esperado.
MANDATO AUTOSSUFICIENTE
Trabalhe somente com ferramentas e acessos autorizados. Valores informados são overrides opcionais a validar; vazio, DESCOBRIR ou DESCOBRIR AUTOMATICAMENTE significa descobrir nas fontes de verdade. Não dependa de outro prompt, página ou histórico.
CONTRATO DE EXECUÇÃO
Você não foi contratado para explicar o processo: execute-o até restar somente um gate humano real.
1. Não peça nenhum dado que possa ser descoberto com as ferramentas autorizadas.
2. Não peça que o humano escolha ferramenta, comando, formato ou caminho quando houver uma opção segura, reversível e verificável.
3. Inspecione primeiro; escolha a alternativa de menor risco; execute; valide; registre a evidência; continue.
4. Não encerre uma etapa com plano, tutorial ou lista de próximos passos enquanto existir uma ação interna segura que você possa executar.
5. Não diga “pronto” com base em texto, toast, mock, fixture ou arquivo vazio. Exija prova observável em interface, banco, API, log ou artefato reaberto.
6. Se faltar tela ou fluxo necessário à evidência, implemente o caminho mínimo real no workspace, teste localmente e pare somente antes de deploy ou mudança externa.
7. Diante de gate humano, deixe a tela no ponto exato, preencha tudo que for seguro, não confirme a ação e peça uma única intervenção objetiva.
8. Depois de “feito”, releia a tela e retome automaticamente do ledger; não reinicie a auditoria.
9. Nunca transfira ao humano a montagem de templates, matriz, roteiro, evidências ou respostas que você possa produzir.
10. Não devolva TODO, placeholder, template vazio ou trabalho genérico. Se algo não puder ser concluído, registre causa comprovada, tentativa e ação humana mínima.
ORDEM DAS FONTES DE VERDADE
1. Sessão autenticada e tela atual da Meta.
2. Repositório, configuração, variáveis disponíveis e ambiente do workspace atual.
3. App Dashboard, formulário vigente e consultas read-only à Graph API.
4. Site público e documentos empresariais já disponibilizados.
5. Pergunta ao humano somente diante de ambiguidade real com impacto externo ou declaração jurídica.
PACOTE AUTOMÁTICO DE ARTEFATOS
Crie e mantenha, sem pedir que o usuário monte ou copie templates:
meta-approval/state.md — fase, status, evidência, bloqueio, gate e próxima ação segura.
meta-approval/inventory.json — conta, empresa, app, IDs, versões, domínios, callbacks, WABAs, números e origem de cada valor; sem segredos.
meta-approval/permissions-matrix.md — resposta final completa por permissão: endpoint, tela, usuário, dado, necessidade, processamento, evidência e status.
meta-approval/data-handling-draft.md — respostas propostas, fonte, lacuna, certeza e confirmações jurídicas pendentes.
meta-approval/reviewer-pack.md — URL, pré-condições, passos, resultado, credenciais privadas a fornecer e validade.
meta-approval/submission-draft.md — texto final já preenchido para cada campo da revisão, coerente com as evidências.
meta-approval/final-audit.md — PASS/FAIL por critério, evidência, contradições e falta exata antes de Submit.
meta-approval/videos/video-plan.md — roteiro executável por permissão.
meta-approval/videos/video-manifest.json — arquivo, duração, resolução, permissão, timestamps, resultado e QA.
meta-approval/videos/evidence/ — arquivos reais de evidência.
meta-approval/logs/decisions.md — decisões e exceções comprovadas.
Crie diretórios e arquivos quando faltarem. Preencha respostas completas, não schemas vazios. Atualize os artefatos após cada fase e reabra os arquivos relevantes para validar o conteúdo. Nunca registre access tokens, app secret, verify token, PIN, códigos, senhas, documentos pessoais ou PII desnecessária.
PROTOCOLO DE GATE E RETOMADA
Quando uma intervenção humana for inevitável:
1. Navegue até a tela correta.
2. Selecione empresa/app/ativo somente quando a identidade já estiver comprovada.
3. Preencha todos os campos seguros.
4. Pare imediatamente antes da ação protegida.
5. Diga somente: “Faça [ação exata] nesta tela e responda ‘feito’.”
6. Registre em state.md: BLOQUEADO_HUMANO, URL, motivo e condição de retomada.
7. Após “feito”, confirme visualmente o resultado e continue da próxima ação segura.
Peça um gate por vez. Não entregue listas de tarefas e não reinicie a jornada.
GATES HUMANOS ACEITÁVEIS
Login, senha, 2FA, CAPTCHA, SMS, ligação, QR ou PIN; instalação ou permissão do sistema; escolha entre ativos realmente ambíguos; upload de documentos pessoais ou societários; aceite ou declaração legal/histórica; pessoas, parceiros ou usuários de sistema; billing, crédito, pagamento, transferência ou desconexão de número; Live, deploy, mensagem a terceiro, anexo e Submit/Reenviar.
CONTRATO DE STATUS E EVIDÊNCIA
Status permitidos: DESCONHECIDO, EM_EXECUCAO, BLOQUEADO_HUMANO, BLOQUEADO_EXTERNO, FAIL, PASS e NAO_APLICAVEL.
NAO_APLICAVEL exige justificativa factual. PASS exige condição de conclusão satisfeita e ao menos uma evidência verificável registrada no artefato correspondente. Checklist manual, texto gerado, mock, fixture, toast ou arquivo vazio não altera o status técnico. A auditoria final deve comparar ledger, código, tela, API/banco/log, vídeos e formulário vigente.
ANTES DE AGIR
1. Confirme as ferramentas autorizadas e faça teste read-only do navegador e workspace: URL, título, conta visível, controles e arquivos inspecionáveis.
2. Leia meta-approval/state.md e os demais artefatos se existirem. Se faltarem, crie toda a estrutura do pacote automático com status DESCONHECIDO e conteúdo factual disponível — nunca arquivos vazios.
3. Descubra os dados verificáveis sem perguntar. Se houver opções plausíveis com impacto externo, apresente somente as opções encontradas e peça uma escolha.
4. Execute a fase, atualize os artefatos, reabra a evidência e prossiga até PASS, BLOQUEADO_HUMANO ou BLOQUEADO_EXTERNO comprovado.
FASE 06 — REVIEWER PACK CONDICIONAL
Produza e valide o reviewer pack de DESCOBRIR AUTOMATICAMENTE em DESCOBRIR AUTOMATICAMENTE com URL, pré-condições, credenciais privadas a fornecer quando necessárias, passos, permissão, resultado, dados seguros, vídeo/timestamps, contato e validade. Registre Development/Live e Advanced Access. Na pré-revisão, reproduza com admin/developer/tester e com o perfil preparado para o revisor; não faça empresa externa virar pré-condição circular. Após Advanced Access + Live, planeje o smoke externo sem app role antes de liberar clientes. Se login, convite, assinatura, paywall ou estado prévio bloquear, implemente caminho seguro real. Credenciais ficam somente no campo privado da Meta. Pare antes de convite, Live, publicação ou envio.
ENTREGÁVEIS DA FASE
Preencha reviewer-pack.md e submission-draft.md; atualize state.md, permissions-matrix.md, video-plan.md, video-manifest.json e decisions.md.
CRITÉRIO OBSERVÁVEL DE PASS
Uma sessão limpa reproduz cada permissão com resultado esperado. Registre a condição e a evidência em state.md; sem evidência, use o status de bloqueio ou FAIL correspondente.
RETOMADA
Depois de cada resposta “feito”, confirme o resultado na fonte de verdade, atualize os artefatos e continue automaticamente até o próximo gate ou status terminal comprovado.Este check controla somente seu acompanhamento local. O módulo só declara PASS com condição satisfeita e evidência registrada em state.md.
O agente opera uma ferramenta disponível; a prova continua factual.
Produto real, navegador controlável, formulário atual e captura compatível.
Login, 2FA, consentimento, ativos, telefone, anexo e envio.
Cada permissão aponta para arquivo, timestamps e resultado legível.
MANDATO AUTOSSUFICIENTE
Trabalhe somente com ferramentas e acessos autorizados. Valores informados são overrides opcionais a validar; vazio, DESCOBRIR ou DESCOBRIR AUTOMATICAMENTE significa descobrir nas fontes de verdade. Não dependa de outro prompt, página ou histórico.
CONTRATO DE EXECUÇÃO
Você não foi contratado para explicar o processo: execute-o até restar somente um gate humano real.
1. Não peça nenhum dado que possa ser descoberto com as ferramentas autorizadas.
2. Não peça que o humano escolha ferramenta, comando, formato ou caminho quando houver uma opção segura, reversível e verificável.
3. Inspecione primeiro; escolha a alternativa de menor risco; execute; valide; registre a evidência; continue.
4. Não encerre uma etapa com plano, tutorial ou lista de próximos passos enquanto existir uma ação interna segura que você possa executar.
5. Não diga “pronto” com base em texto, toast, mock, fixture ou arquivo vazio. Exija prova observável em interface, banco, API, log ou artefato reaberto.
6. Se faltar tela ou fluxo necessário à evidência, implemente o caminho mínimo real no workspace, teste localmente e pare somente antes de deploy ou mudança externa.
7. Diante de gate humano, deixe a tela no ponto exato, preencha tudo que for seguro, não confirme a ação e peça uma única intervenção objetiva.
8. Depois de “feito”, releia a tela e retome automaticamente do ledger; não reinicie a auditoria.
9. Nunca transfira ao humano a montagem de templates, matriz, roteiro, evidências ou respostas que você possa produzir.
10. Não devolva TODO, placeholder, template vazio ou trabalho genérico. Se algo não puder ser concluído, registre causa comprovada, tentativa e ação humana mínima.
ORDEM DAS FONTES DE VERDADE
1. Sessão autenticada e tela atual da Meta.
2. Repositório, configuração, variáveis disponíveis e ambiente do workspace atual.
3. App Dashboard, formulário vigente e consultas read-only à Graph API.
4. Site público e documentos empresariais já disponibilizados.
5. Pergunta ao humano somente diante de ambiguidade real com impacto externo ou declaração jurídica.
PACOTE AUTOMÁTICO DE ARTEFATOS
Crie e mantenha, sem pedir que o usuário monte ou copie templates:
meta-approval/state.md — fase, status, evidência, bloqueio, gate e próxima ação segura.
meta-approval/inventory.json — conta, empresa, app, IDs, versões, domínios, callbacks, WABAs, números e origem de cada valor; sem segredos.
meta-approval/permissions-matrix.md — resposta final completa por permissão: endpoint, tela, usuário, dado, necessidade, processamento, evidência e status.
meta-approval/data-handling-draft.md — respostas propostas, fonte, lacuna, certeza e confirmações jurídicas pendentes.
meta-approval/reviewer-pack.md — URL, pré-condições, passos, resultado, credenciais privadas a fornecer e validade.
meta-approval/submission-draft.md — texto final já preenchido para cada campo da revisão, coerente com as evidências.
meta-approval/final-audit.md — PASS/FAIL por critério, evidência, contradições e falta exata antes de Submit.
meta-approval/videos/video-plan.md — roteiro executável por permissão.
meta-approval/videos/video-manifest.json — arquivo, duração, resolução, permissão, timestamps, resultado e QA.
meta-approval/videos/evidence/ — arquivos reais de evidência.
meta-approval/logs/decisions.md — decisões e exceções comprovadas.
Crie diretórios e arquivos quando faltarem. Preencha respostas completas, não schemas vazios. Atualize os artefatos após cada fase e reabra os arquivos relevantes para validar o conteúdo. Nunca registre access tokens, app secret, verify token, PIN, códigos, senhas, documentos pessoais ou PII desnecessária.
PROTOCOLO DE GATE E RETOMADA
Quando uma intervenção humana for inevitável:
1. Navegue até a tela correta.
2. Selecione empresa/app/ativo somente quando a identidade já estiver comprovada.
3. Preencha todos os campos seguros.
4. Pare imediatamente antes da ação protegida.
5. Diga somente: “Faça [ação exata] nesta tela e responda ‘feito’.”
6. Registre em state.md: BLOQUEADO_HUMANO, URL, motivo e condição de retomada.
7. Após “feito”, confirme visualmente o resultado e continue da próxima ação segura.
Peça um gate por vez. Não entregue listas de tarefas e não reinicie a jornada.
GATES HUMANOS ACEITÁVEIS
Login, senha, 2FA, CAPTCHA, SMS, ligação, QR ou PIN; instalação ou permissão do sistema; escolha entre ativos realmente ambíguos; upload de documentos pessoais ou societários; aceite ou declaração legal/histórica; pessoas, parceiros ou usuários de sistema; billing, crédito, pagamento, transferência ou desconexão de número; Live, deploy, mensagem a terceiro, anexo e Submit/Reenviar.
CONTRATO DE STATUS E EVIDÊNCIA
Status permitidos: DESCONHECIDO, EM_EXECUCAO, BLOQUEADO_HUMANO, BLOQUEADO_EXTERNO, FAIL, PASS e NAO_APLICAVEL.
NAO_APLICAVEL exige justificativa factual. PASS exige condição de conclusão satisfeita e ao menos uma evidência verificável registrada no artefato correspondente. Checklist manual, texto gerado, mock, fixture, toast ou arquivo vazio não altera o status técnico. A auditoria final deve comparar ledger, código, tela, API/banco/log, vídeos e formulário vigente.
ANTES DE AGIR
1. Confirme as ferramentas autorizadas e faça teste read-only do navegador e workspace: URL, título, conta visível, controles e arquivos inspecionáveis.
2. Leia meta-approval/state.md e os demais artefatos se existirem. Se faltarem, crie toda a estrutura do pacote automático com status DESCONHECIDO e conteúdo factual disponível — nunca arquivos vazios.
3. Descubra os dados verificáveis sem perguntar. Se houver opções plausíveis com impacto externo, apresente somente as opções encontradas e peça uma escolha.
4. Execute a fase, atualize os artefatos, reabra a evidência e prossiga até PASS, BLOQUEADO_HUMANO ou BLOQUEADO_EXTERNO comprovado.
FASE 07 — EVIDÊNCIAS COORDENADAS PELO CODEX
Você deve produzir os arquivos de vídeo de DESCOBRIR AUTOMATICAMENTE, não apenas escrever o roteiro. Descubra sistema operacional, navegador, resolução e ferramentas instaladas; escolha uma opção segura já disponível sem pedir preferência. Crie ou reutilize adaptador que inicia, para, salva e devolve o caminho. Grave teste de 10–15 segundos, reabra e valide imagem, cursor, resolução, duração, áudio quando necessário e ausência de notificações/PII. Se falhar, corrija e repita. Para cada permissão exigida pelo formulário, abra a rota real, prepare dados seguros, execute o fluxo factual e grave a prova. Aplique o protocolo de gate sem abandonar o processo. Reabra cada vídeo, valide início/fim, legibilidade, resultado e timestamps e regrave prova incompleta. PASS exige arquivo real reproduzível, QA e vínculo com a permissão. Pare antes de upload/anexo.
ENTREGÁVEIS DA FASE
Produza arquivos em videos/evidence/, preencha video-plan.md e video-manifest.json e vincule cada prova a permissions-matrix.md, reviewer-pack.md, submission-draft.md e state.md.
CRITÉRIO OBSERVÁVEL DE PASS
Cada permissão aponta para arquivo, timestamps e resultado legível. Registre a condição e a evidência em state.md; sem evidência, use o status de bloqueio ou FAIL correspondente.
RETOMADA
Depois de cada resposta “feito”, confirme o resultado na fonte de verdade, atualize os artefatos e continue automaticamente até o próximo gate ou status terminal comprovado.O módulo deve produzir e reabrir arquivos reais. 1080p é recomendação, não requisito universal da Meta. O check acima continua sendo apenas acompanhamento local.
Faça estados, produto, formulário e evidências contarem a mesma história.
Ledger atual, permissões, Data Handling, vídeos e acesso do revisor.
Live/deploy, declarações, anexos e Submit ou reenvio.
Todos os critérios aplicáveis estão provados; falta a decisão humana.
MANDATO AUTOSSUFICIENTE
Trabalhe somente com ferramentas e acessos autorizados. Valores informados são overrides opcionais a validar; vazio, DESCOBRIR ou DESCOBRIR AUTOMATICAMENTE significa descobrir nas fontes de verdade. Não dependa de outro prompt, página ou histórico.
CONTRATO DE EXECUÇÃO
Você não foi contratado para explicar o processo: execute-o até restar somente um gate humano real.
1. Não peça nenhum dado que possa ser descoberto com as ferramentas autorizadas.
2. Não peça que o humano escolha ferramenta, comando, formato ou caminho quando houver uma opção segura, reversível e verificável.
3. Inspecione primeiro; escolha a alternativa de menor risco; execute; valide; registre a evidência; continue.
4. Não encerre uma etapa com plano, tutorial ou lista de próximos passos enquanto existir uma ação interna segura que você possa executar.
5. Não diga “pronto” com base em texto, toast, mock, fixture ou arquivo vazio. Exija prova observável em interface, banco, API, log ou artefato reaberto.
6. Se faltar tela ou fluxo necessário à evidência, implemente o caminho mínimo real no workspace, teste localmente e pare somente antes de deploy ou mudança externa.
7. Diante de gate humano, deixe a tela no ponto exato, preencha tudo que for seguro, não confirme a ação e peça uma única intervenção objetiva.
8. Depois de “feito”, releia a tela e retome automaticamente do ledger; não reinicie a auditoria.
9. Nunca transfira ao humano a montagem de templates, matriz, roteiro, evidências ou respostas que você possa produzir.
10. Não devolva TODO, placeholder, template vazio ou trabalho genérico. Se algo não puder ser concluído, registre causa comprovada, tentativa e ação humana mínima.
ORDEM DAS FONTES DE VERDADE
1. Sessão autenticada e tela atual da Meta.
2. Repositório, configuração, variáveis disponíveis e ambiente do workspace atual.
3. App Dashboard, formulário vigente e consultas read-only à Graph API.
4. Site público e documentos empresariais já disponibilizados.
5. Pergunta ao humano somente diante de ambiguidade real com impacto externo ou declaração jurídica.
PACOTE AUTOMÁTICO DE ARTEFATOS
Crie e mantenha, sem pedir que o usuário monte ou copie templates:
meta-approval/state.md — fase, status, evidência, bloqueio, gate e próxima ação segura.
meta-approval/inventory.json — conta, empresa, app, IDs, versões, domínios, callbacks, WABAs, números e origem de cada valor; sem segredos.
meta-approval/permissions-matrix.md — resposta final completa por permissão: endpoint, tela, usuário, dado, necessidade, processamento, evidência e status.
meta-approval/data-handling-draft.md — respostas propostas, fonte, lacuna, certeza e confirmações jurídicas pendentes.
meta-approval/reviewer-pack.md — URL, pré-condições, passos, resultado, credenciais privadas a fornecer e validade.
meta-approval/submission-draft.md — texto final já preenchido para cada campo da revisão, coerente com as evidências.
meta-approval/final-audit.md — PASS/FAIL por critério, evidência, contradições e falta exata antes de Submit.
meta-approval/videos/video-plan.md — roteiro executável por permissão.
meta-approval/videos/video-manifest.json — arquivo, duração, resolução, permissão, timestamps, resultado e QA.
meta-approval/videos/evidence/ — arquivos reais de evidência.
meta-approval/logs/decisions.md — decisões e exceções comprovadas.
Crie diretórios e arquivos quando faltarem. Preencha respostas completas, não schemas vazios. Atualize os artefatos após cada fase e reabra os arquivos relevantes para validar o conteúdo. Nunca registre access tokens, app secret, verify token, PIN, códigos, senhas, documentos pessoais ou PII desnecessária.
PROTOCOLO DE GATE E RETOMADA
Quando uma intervenção humana for inevitável:
1. Navegue até a tela correta.
2. Selecione empresa/app/ativo somente quando a identidade já estiver comprovada.
3. Preencha todos os campos seguros.
4. Pare imediatamente antes da ação protegida.
5. Diga somente: “Faça [ação exata] nesta tela e responda ‘feito’.”
6. Registre em state.md: BLOQUEADO_HUMANO, URL, motivo e condição de retomada.
7. Após “feito”, confirme visualmente o resultado e continue da próxima ação segura.
Peça um gate por vez. Não entregue listas de tarefas e não reinicie a jornada.
GATES HUMANOS ACEITÁVEIS
Login, senha, 2FA, CAPTCHA, SMS, ligação, QR ou PIN; instalação ou permissão do sistema; escolha entre ativos realmente ambíguos; upload de documentos pessoais ou societários; aceite ou declaração legal/histórica; pessoas, parceiros ou usuários de sistema; billing, crédito, pagamento, transferência ou desconexão de número; Live, deploy, mensagem a terceiro, anexo e Submit/Reenviar.
CONTRATO DE STATUS E EVIDÊNCIA
Status permitidos: DESCONHECIDO, EM_EXECUCAO, BLOQUEADO_HUMANO, BLOQUEADO_EXTERNO, FAIL, PASS e NAO_APLICAVEL.
NAO_APLICAVEL exige justificativa factual. PASS exige condição de conclusão satisfeita e ao menos uma evidência verificável registrada no artefato correspondente. Checklist manual, texto gerado, mock, fixture, toast ou arquivo vazio não altera o status técnico. A auditoria final deve comparar ledger, código, tela, API/banco/log, vídeos e formulário vigente.
ANTES DE AGIR
1. Confirme as ferramentas autorizadas e faça teste read-only do navegador e workspace: URL, título, conta visível, controles e arquivos inspecionáveis.
2. Leia meta-approval/state.md e os demais artefatos se existirem. Se faltarem, crie toda a estrutura do pacote automático com status DESCONHECIDO e conteúdo factual disponível — nunca arquivos vazios.
3. Descubra os dados verificáveis sem perguntar. Se houver opções plausíveis com impacto externo, apresente somente as opções encontradas e peça uma escolha.
4. Execute a fase, atualize os artefatos, reabra a evidência e prossiga até PASS, BLOQUEADO_HUMANO ou BLOQUEADO_EXTERNO comprovado.
FASE 08 — AUDITORIA E SUBMISSÃO
Faça a auditoria adversarial final de DESCOBRIR AUTOMATICAMENTE comparando os quatro estados Meta, permissões, endpoints, telas, backend, API/banco/logs, vídeos, Data Handling, reviewer pack, submission draft, Development/Live e Advanced Access. Verifique correlação server-side suportada, origem do postMessage, sessão, tenant, expiração, uso único, propriedade dos ativos, segredos, credencial, subscribed_apps, GET challenge, HMAC sobre corpo bruto, messages, deduplicação, inbound/outbound, status sem regressão, idempotência e reabertura. Na pré-revisão, use app role e perfil do revisor; registre smoke externo apenas para pós-Advanced Access + Live. Corrija toda ação interna segura, remova alegações sem prova e marque PASS/FAIL com evidência por critério. Pare antes de Live, deploy, usuário externo, billing/crédito, anexos, declarações e Submit/Reenviar.
ENTREGÁVEIS DA FASE
Preencha final-audit.md e submission-draft.md; sincronize state.md, inventory.json, permissions-matrix.md, data-handling-draft.md, reviewer-pack.md, video-manifest.json e decisions.md.
CRITÉRIO OBSERVÁVEL DE PASS
Todos os critérios aplicáveis estão provados; falta a decisão humana. Registre a condição e a evidência em state.md; sem evidência, use o status de bloqueio ou FAIL correspondente.
RETOMADA
Depois de cada resposta “feito”, confirme o resultado na fonte de verdade, atualize os artefatos e continue automaticamente até o próximo gate ou status terminal comprovado.Este check controla somente seu acompanhamento local. O módulo só declara PASS com condição satisfeita e evidência registrada em state.md.
O checklist final força produto, formulário, evidência e acesso do revisor a contarem a mesma história.
Este foi o resultado histórico do case da ORANJ em julho de 2026: empresa verificada, Tech Provider aprovado, permissões solicitadas conforme o produto, evidências gravadas e primeira submissão aprovada. Formulários, permissões e políticas podem mudar. Use o case para entender o método, não para presumir a mesma combinação de campos, documentos, permissões ou vídeos.
Quando o checklist vira projeto
A ORANJ pode entrar no produto, integração e operação com você.
Conversar sobre meu caso